quinta-feira, 19 de agosto de 2010

4º dia - Ida para Foz do Alge

Acordámos cedo neste dia para arrumármos as coisas e mudarmos de parque de campismo. Pela viagem até ao parque tinhamos planeado passar em terras para as conhecermos.
Ao saírmos dirigimo-nos para Ferreira do Zêzere que é uma terra bastante amigável, mas onde estivemos pouco tempo.
Almoçámos num parque de merendas perto da aldeia de Dornes. O calor era muito, mas umas sandes sabem sempre bem quando a fome aperta.
A segunda paragem foi em Dornes. Vale a pena ir lá, pois situa-se numa península do rio Zêzere e tem uma bela vista.
Seguimos dali para o nosso próximo ponto de acampamento - o Parque de Campismos de Foz de Alge. É um parque situado junto a uma barragem, com óptimas condições para acampar, mas com o inconveniente de se situar bastante longe de quase toda a civilização (Ok, não é mau de todo, mas quando se quer comprar alguma coisa a história complica-se...).

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

3º dia - Ourém e Fátima

Neste dia acordámos com o sol a bater na tenda e já aí se previa um dia abrasador. O nosso primeiro destino foi Ourém. O seu castelo que fica numa encosta ingreme foi fundado em 1178. O caminho para lá não é aconselhado a pessoas com vertigens. Ao chegar perto do castelo, o piso começa a ser de calçada e passamos por um pequeno aglomerado de casas. É possivel levar o carro até ao castelo e existe um parque bastante grande com muito espaço para estacionar.




Na zona lateral do castelo ergue-se a estátua de D. Nuno Alvares Pereira numa grande area verde e com uma bonita paisagem.



Seguímos depois para Fátima. Durante o caminho por levar a viseira do capacete aberto (estava bastante calor e sabia bem apanhar o fresquinho na cara) tive uma pequena visita de uma abelha que me picou perto do olho. Por sorte não inchou muito. Quando chegámos dirigimo-nos ao enorme parque que existe para estacionar os carros. Podiam-se ver pessoas acampadas devido ao fim de semana de 14 e 15 de Agosto. Entrámos pela bonita Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima e pudemos dar a volta e ver os locais onde os Pastorinhos estão sepultados, assim como o altar.


Passámos depois pela Capelinha que foi construída no local onde Nosssa Senhora fez as aparições e ao seu lado está a Azinheira Grande que foi a única árvore que ficou de todo o conjunto que havia. Vimos a nova igreja onde estava a decorrer uma missa.



Todo o espaço do Santuário é bastante imponente.


Tínhamos planeado ir ver o museu da vida de Cristo porém não o chegámos a fazer. Quando regressámos a Tomar ainda estava muito calor e resolvemos ir refrescar-nos com um mergulho da piscina que existia ao lado do parque de campismo.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

2º dia - Castelo dos Templáriose Castelo de Almourol

O dia amanheceu quente apesar de se apresentar escuro.
De manhã, como previsto, visitámos o Castelo dos Templários. A construção deste castelo iniciou-se em 1160 pelas mãos dos templários com o objectivo de defesa contra os muçulmanos. Vimos a impunente obra durante a manhã mas para o fim da visita tivemos que apressar o passo pois começou a chover e a nossa tenda não tem duplo tecto e estavamos com medo que entrasse água.













De tarde a chuva miudinha continuou, contudo resolvemos não perder uma tarde e seguimos até ao Castelo de Almourol. Até lá chegarmos foi uma aventura, pois resolvemos por ir à descoberta e passar pelas terriolas para ficarmos a conhecer.
Quando saímos de Tomar tomámos a direcção de Serra, mas depois de lá chegarmos percebemos que o caminho não era por ali, mas sim por São Pedro de Tomar. Seguimos por aí em direcção a Constância, tendo passado pela Barragem de Castelo de Bode e seguido viagem com o Tejo como companhia.



Quando chegámos ao destino já não dava para o visitarmos o Castelo, pois já não havia barcos. Resolvemos então ficar a mirá-lo enquanto lanchávamos. Podíamos observar a freguesia de Tancos.









O caminho para Tomar era para ser feito por estradas nacionais porém enganámo-nos devido à má sinalização da zona (devíamos ter virado em direcção a Santa Cita) e acabámos por ir pela auto estrada. Ao chegar ao parque já não chovia e pudemos então preparar o nosso manjar.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

1º dia - Ida para Tomar

Este ano nas férias de verão decidimos experimentar algo novo. Resolvemos juntar o nosso gosto por viajar com a paixão que temos por andar de mota e trocámos o carro pelas nossas motas (uma YBR 125 e uma CBR 125). Colocar toda a carga necessária para alguns dias de campismo não foi tarefa fácil, mas, com algum engenho, tudo se levou.




Partimos por volta das 10h30 do Barreiro com destino a Tomar. A primeira paragem que fizemos para descansar foi em Samora Correia e a segunda foi em Alpiarça, onde parámos numa bonita zona verde ao lado de um rio.





Chegámos a Tomar por volta das 14h30. Fizémos o check in, montámos a tenda, arrumámos as coisas e fomos comer, pois vinhamos esfomeados. O parque de campismo situa-se em frente a um belo jardim com muitas árvores e por onde passa o rio Nabão. Pode-se observar uma roda hidráulica como se usava antigamente (Roda do Mouchão).







Acabado o almoço dirigimo-nos ao posto de turismo para saber informações do que visitar. Tinhamos planeado nessa tarde visitar o convento de Cristo e dar uma volta pela cidade, mas os planos foram alterados porque no Domingo de manhã a visita ao convento era grátis. Passámos a tarde a passear pelas ruas da parte histórica. Vimos a igreja de S. João Baptista, inserida na praça da República, onde se ergue a estátua de D. Gualdim Pais (mestre templário fundador de Tomar), uma exposição de pintura na galeria dos Paços do Concelho da autoria de Nadir Afonso (muito interessante) e a igreja de Nossa Senhora da Graça.






Neste dia jantámos fora e ainda fomos espreitar a festa da cerveja que se realizava no parque da cidade.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Passeio por Sintra/Cascais

Neste nosso passeio resolvemos ir até à zona de Cascais/Sintra, pois é uma zona que não costumamos frequentar e que tem uma enorme beleza natural.
Decidimos escolher a marginal como caminho, pois é um percurso bastante agradável onde se passa por várias localidades sempre acompanhados pelo mar. A primeira paragem que fizémos foi para visitar a Boca do Inferno. Situada na costa Oeste da vila de Cascais, recebeu este nome devido à analogia morfológica e ao tremendo e assombroso barulho que as ondas fazem ao embaterem nas rochas. Calcula-se que tenha sido em tempos uma gruta, que ruiu devido à enorme força das ondas.




Depois de uns momentos a relaxar e a disfrutar da sua beleza natural, partimos para a nossa segunda paragem: o Cabo da Roca. Este Cabo situa-se na freguesia de Colares e assinala o ponto mais ocidental do continente europeu. Pode ver-se um padrão em pedra com uma lápide que assinalam esta particularidade geográfica e um farol que data do ano de 1772.
Seguimos novamente viagem, para irmos visitar o Palácio da Pena. Para chegarmos ao destino, tivemos que fazer um percurso bastante engraçado, pois a estrada era apertada e com uma enorme vegetação. Este palácio é um dos exemplares da arquitectura portuguesa do Romantismo, que remonta do ano de 1839 quando o rei D.Fernando II de Saxe Coburgo-Gotha adquiriu as ruínas de um mosteiro e iniciou a sua adaptação a palacete. Ao chegarmos à sua entrada reparámos que já não se podia entrar, pois já faltava menos do que uma hora para o fecho do mesmo. Foi pena não o termos visitado, mas um dia voltaremos lá para conhecer este belo palácio.
Seguímos depois para casa, terminando o nosso dia de passeio.

domingo, 30 de maio de 2010

Visita à Expomoto 2010

Mais um ano e mais uma vez nos deslocámos à Batalha para visitar a Expomoto - única exposição de motociclos e acessórios do país.
A viagem para lá, desta vez, fez-se tranquilamente de dia e sem chuva.
Quando lá chegámos estava uma quantidade de gente que nunca pensámos encontrar. Assim, tivemos de deixar o carro no parque lateral da Exposalão.
Ao entrar na exposição deparámos com um ambiente bastante composto, bem melhor do que em anos anteriores.
Começámos por visitar o stand da Suzuki, que estava bastante completo, com os modelos da gama e ainda alguns modelos dos seus pilotos.
Ao lado deste stand encontrava-se o da BMW, com as suas versões trail que tanto me atraem, bem como os seus modelos de enduro e estrada.
O stand da piaggio voltava a apresentar as suas soluções de mobilidade citadina que, se fossem mais utilizadas, poderiam resolver muitos dos problemas de mobilidade e poluição que diminuem a qualidade de vida nas grandes cidades.
O stand da Yamaha apresentava-se, na minha opinião, como o mais bonito de toda a exposição, com a sua gama, mas também com as motos dos campeões e mesmo a presença destes, tal como Hélder Rodrigues e Luís Correia.
O Stand da KTM tinha os modelos da gama e estava ao nível do que já nos habituou neste tipo de exposições.
Os construtores coreanos cada vez apresentam propostas mais arrojadas, sendo um exemplo, este modelo da i-moto com uma estéticas bastante apelativa.
A Arctic Cat trazia os seus quads, com modelos desportivos e de Lazer. De referir que esta marca pouco tem evoluído no mercado dos quads de lazer, apresentando o seu 400 já há uns anos.
A Access é uma marca oriental que tenta apostar no mercado português, estando mesmo a ser utilizada em competição para se promover.
Algumas clássicas foram levadas para o certame. De referir que aprecio bastante estas máquinas restauradas.
A Royal Enfield e a Ural encontravam-se no mesmo stand, já que o importador é o mesmo. O kit de "trial" proposto para a Royal Enfield torna-a numa máquina bastante interessante ficando-se com uma 2 em 1. Não só é uma máquina com ar clássico, como, com este kit, se podem fazer umas incursões fora de estrada.
A renascida Kreidler trazia a sua gama de máquinas de baixa cilindrada a preço acessível.
No último pavilhão visitado por nós encontravam-se os acessórios e algumas motos usadas. Contudo, também encontrámos algumas motos de competição, como foi o caso da BMW do Dakar.
A nossa AJP encontrava-se com um stand ao nível do que nos habituou nas suas últimas participações na feira, levando a sua nova PR5 e a PR3 com decoração dos Xutos e Pontapés.
Como nota final, um reparo negativo para a pouca representatividade Honda (e a ausência da Kawasaki), que se encontrava apenas defendida pela Jomotos, com um stand bastante fraco. Ficou no entanto registada a Varadero 125 que é uma proposta "encorpada" para aqueles que aproveitarem a lei das 125's com carta de carro.